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Medo de nadar em águas abertas

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Triathlon-Swimming-GymMembershipFeesApesar de ser um mistério, é um fator psicológico passageiro, pois a partir do momento que eu sei que o que tem em baixo, mesmo não enxergando devido a visibilidade, depois de algumas experiências, passo a ter mais segurança em si, tornando a travessia mais prazerosa.

Aspectos que influenciam o medo de nadar em lugares desconhecidos

Você tem mais medo hoje ou quando começou a praticar a natação em Águas Abertas ? Por que ? Como você lida com seus medos na água ? Sente pouco, nenhum ou muito medo ?

Os medos veem de elementos que estão presentes em todas as travessias, como animais, dia feio, correnteza, ondas grandes, fadiga, não finalizar a prova, hipotermia, queimaduras por água viva, caravelas.

O medo já interferiu ou interfere na performance do atleta nas provas de Águas Abertas ? E como interfere ?

Pontos que interferem o medo

Distância do percurso, cor da água, noção de direção, extensão do mar, nadar no mar, miopia.

O que dá mais medo durante a prova?

Não terminar? Presença do tubarão? Cansaço? Peixes? Nadar sozinho? Não saber o que vai acontecer?

Segundo Lanther, 1973, um pouco de medo pode servir para estimular o indivíduo. De acordo com Grey, 1984, medo é um sentimento comumente considerado como uma emoção subjetiva limitada a mente humana MÉ um estado da mente ou um estado emocional, tendo curtos antecedentes causais no ambiente e levado a certas conseqüências também causais no comportamento.

Para Lowen, 1985, medo é uma resposta emocional diante de um perigo bem determinado. Geralmente é acompanhado por modificações neuro vegetativas, como tremores, visão enevoada.

Para Lowen, 1986, cita Freud, que com suas teorias afirma que o medo ou angústia provém de um conflito emocional, inconsciente e na maioria das vezes este conflito é o medo de enfrentar uma situação desconhecida.

Para Sodré, 1993, poderá ser apavorante, pois na piscina seguimos apenas a faixa preta no fundo, já no mar, o céu junta-se com a água, com o sol e penetra nas águas límpidas.

Fatores que prejudicam o psicológico

Virada do mar, mar agitado, ondas grandes, correntezas, falta de organização, água fria

É bem verdade que jamais podemos interferir em um probleminha que acontece e estamos sujeitos a passar: enfrentar a temperatura da água. Sempre que possível, nade em piscina mais fria, para ter um preparo psicológico, caso venha a participar de algum evento que tenha a temperatura baixa.

Quanto mais fria a água, maior o gasto de energia, isso porque o organismo despende energia para manter a temperatura do corpo a 36,5 º C.

Como dica, aumente o consumo de carboidratos para manter o estoque de energia, em quantidade a ser verificada em testes durante os treinos. Além dos carboidratos, é preciso cuidar da hidratação durante a competição.

Pelo fato, de estarmos em contato constante com a água (que absorve o calor do corpo), o atleta acaba não percebendo a perda de líquido que ocorre devido ao esforço físico, assim ele não sente sede (um alerta natural de desidratação), prejudicando no seu rendimento e até mesmoem sua saúde, dependendo do grau de desidratação, podendo interferir nas respostas fisiológicas do corpo, entre elas o trabalho cardiovascular.

Em baixas temperaturas é interessante passar óleo de amêndoa ou uma pasta de vaselina (20%) misturada com lanolina (80%).

Nadadores com mais de 50 anos, tem seus organismos enfraquecidos com poucas condições para superar os efeitos nocivos das variações de temperatura, que provocam alterações ao metabolismo.

Alimentação. Como, o que e quanto?

É bem verdade que cada um é único, por isso cada um tem seu hábito de alimentar-se. O principal é sqaber o tempo de comer antes de uma prova.

De 1 hora e meia a 2 horas para a maioria dos indivíduos. O sistema de armazenamento energético será automaticamente ativado juntamente com o sistema digestivo.

Evite a ingestão de alimentos de difícil digestão, possivelmente o sangue que nutriria o tecido muscular, será desviado para acelerar o processo digestivo.

Balanceie a alimentação com uma quantidade maior de líquidos, evite os sólidos. Dois dias antes das provas busque consumir a seguinte proporção de alimentos: 85,76 % carboidrato, 7,92% lipídios e 6,32 % proteínas.

A Reposição deve ser feita após cada treino, durante 3 horas seguidas, quando o organismo absorve melhor os nutriantes em virtude da carência gerada pelo desgaste físico no treinamento.

A proporção é recomendada é de 1 g de carbohidrato para cada kg de peso por hora. O objetivo é elevar o estoque de glicogênio ao máximo.

O modo de mensurar se o estoque atingiu um bom nível

– Observar, bom rendimento no treino, não demonstra cansaço, sono tranqüilo, melhora no humor.
– Consumir uma quantidade de carboidrato equivalente ao valor calórico de sua necessidade diária.
– No dia da prova, maximização do estoque, levar em consideração o tempo da refeição e o da prova.

Fonte: Nadadores Instantâneos

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